Junho 10 2008

18/08/2007 12h43
Desmedida
O dia hoje está calmo, não posso com o sol, por causa de uma alergia na perna, que nhaca, "fogo",... Esta forma de falar lembra me o Jonas a rir  quando digo com sotaque brasileiro/madeirense/nortenho, ou quando digo foda-se, minha mãe que não nos ouça, heheheh, mas que sai espontâneo sai, é fixe, giro, porreiro, sou eu e minhas manias, carago... Minha amiga chegou das férias, lá vou eu de novo para a borga...hihihihi, bem mas sempre a porta me bem, tem de ser, já tinha saudades da trenguinha FM, e da Verinha, da Marlene, do people, bem vamos ver o que rola, no sentido bom da palavra, ontem falei com a minha mana, e com os ninos, fiquei meio nostálgica, lembrei me das guerras de água na garagem de casa quando eramos miúdos, família é mesmo fascinante, com a minha mãe falo quase todos os dias, a Maria Lethícia agora também no curso fica na net a tarde e teclamos um poucoxinho, dai ter a distância amenizada... Pois... Vamos lá ver como isto corre no resto do fds, e também responder meu amigo João Carlos, aos memos do netjovens, uma pessoinha fantástica, que tem me dado a oportunidade de vislumbrar palavras belissímas, maneira de estar, everything... see you, have a nice weekend for everybody... Não posson reclamar muito hoje já falei ao telef, com o Jonas, a Fátima, o João, o António, pessoas que vão sendo a cada maneira especiais a em meus dias, o Alexandre falamos pela net, é uma pessoa que admiro, enfim e as outras pessoas, que se fosse relatar, bem passariamos várias e várias horas.... Nunca percam a oportunidade de deliciar com as boas coisas da vida....
Beijos, beijinhos, beijocas, beijufas, e beijões....

Publicado por Carolzita em 18/08/2007 às 12h43

publicado por simplesmentedetalhes às 15:27

Junho 10 2008

Vã Filosofia - Diário

23/08/2007 13h59
Vã Filosofia


Ás vezes fazemos por acreditar que estarmos sozinhos em demasia é fulcral e demonstra fortaleza, por outro lado uma opção de independência, mas o facto é que isso não acontece todos os dias... E se pensarmos um pouco, não poderia ser diferente. Se fosse vulgar, trivial, quotidiano, não seria tão transformador, não seria tão especial, e o que realmente caracteriza é não querermos esperar, não querermos aprender a lidar com a tristeza, com o vazio, com a solidão, sobretudo, aprender com todos os sentimentos que do  tempo  que passamos a sós, de maneira a estarmos intrinsecamente voltados para o interior, e isto de certeza emana um aprendizado,  nem sequer  permitimos descobrir o quanto pode ser bom ficar sozinho de vez em quando., isto porque entramos numa coação exagerada, destrutiva, deitando abaixo a  auto-estima, desta forma somos oprimidos por uma cobrança interna que tira de certa maneira o senso crítico, o  bom-senso e a capacidade de fazer escolhas. Dando demasiado valor ao ditado: "o que vier é lucro", algo corriqueiro que mais é que uma justificação infrutífera, mas com o tempo apercebemo nos que o preço a pagar por escolhas errôneas, e ou mal feitas é alto demais. Relações que não acrescentam nos, pelo contrário, servem para causar cáos ainda mais os nossos dias e aumentar a sensação de frustração e de incompetência emocional. ‘engolimos as situações’, numa tentativa desesperada de acabar com a solidão...
Por que acreditar que a solidão é algo tão ruim?
Será mesmo que nada aprendemos com prazer enquanto estamos descomprometidos?
Será que é possível apaixonar se a cada 15 dias ou assim que acaba uma relação?
Será que é produtivo entrar em  uma outra relação sem ter tempo sequer de  questionar  o verdadeiros desejos e anseios?
Penso que é somente quando caímos na real situação de maneira analítica, entendemos que estar com alguém e, principalmente, apaixonar-se e sentir-se feliz são conseqüências de uma harmonia interna, porque somos seres genuinamente sós e que o outro é um presente a ser compartilhado e não uma necessidade dolorida, desesperada, insana... Nem devemos considerar que alguém seja para nós um complemento.... Somente depois de percebermos tudo e conseguirmos ver nos em frente e verso, sendo assim poderemos experimentar relações mais leves,  mais maduras ou optamos por ficarmos sós o importante é sentirmo nos bem.
A espera e a busca sempre causa nostalgia em meio a uma sensação de tristeza, mas devemos apenas respeitar o ritmo dos corações que são distintos,  porque  então conseguiremos  uma relação apaixonada e esta  somente acontece quando realmente tem espaço o devido espaço...



Publicado por Carolzita em 23/08/2007 às 13h59
Carolzita
publicado por simplesmentedetalhes às 15:26

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